«Precisava de falar com alguém. Estava sozinho no meu apartamento, e pus o vídeo no Facebook. Esse foi o meu erro».



«Eu estava completamente em pânico», contou entrevistado no local onde o polícia foi abatido a tiro.


filmagem de 42 segundos

«Não há justificação», defendeu, atribuindo o «reflexo» ao hábito de uma década de interação nas redes sociais. «Eu tiro uma fotografia – um gato – e publico no Facebook. É o mesmo reflexo estúpido», afirmou, acrescentando que se pudesse voltar atrás nunca o faria novamente.

«No Facebook não há confidencialidade», «é uma lição para mim», acrescentou.


«Como se atrevem a divulgar aquele vídeo?», questionou os jornalistas o irmão de Ahmed, Malek, este sábado. «Eu ouvi a voz dele. Reconheci-o. Vi-o ser assassinado e ouço-o a ser assassinado todos os dias», acrescentou.