As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) consideraram este sábado remota a hipótese de levar familiares das 33 vítimas do despenhamento de uma aeronave da transportadora ao local do sinistro, para o reconhecimento dos corpos, apontando dificuldades de acesso.

Um Embraer 190 das LAM, que fazia o trajecto Maputo-Luanda, despenhou-se sexta-feira numa floresta da Namíbia, matando os 33 ocupantes, incluindo cinco cidadãos portugueses.

Em conferência de imprensa em Maputo, a administradora-delegada das LAM, Marlene Manave considerou remota a possibilidade de a transportadora levar familiares das vítimas ao local do desastre, para ajudarem na identificação dos corpos.