O líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, alertou os comandantes da organização de que devem “suavizar” os vídeos de decapitações e outros crimes violentos, para não ofenderem a população muçulmana “que acha tais imagens repulsivas”.

De acordo com o jornal árabe Al-Quds Al-Arabi e a agência curda Ara, a decisão surgiu após uma série de vídeos ter sido publicada online durante o Ramadão, mês em que os muçulmanos praticam o jejum ritual.

As imagens divulgadas mostram o afogamento de homens, mortes com colares explosivos e a decapitação de um soldado sírio efetuada por uma criança na cidade de Palmira.

Baghdadi avisou assim os responsáveis pela propaganda dos vídeos que as decapitações não deveriam ser exibidas na íntegra, mostrando apenas o primeiro corte e o resultado final das execuções.