A suspeita de que foi usado gás lacrimogéneo importado do Reino Unido sobre os manifestantes pró-democracia em Hong Kong revelou uma ampla venda de armas para «repressão interna» vindas deste país.

Segundo o jornal South China Morning Post, o Comité de Controlo de Exportações de Armas britânico, presidido pelo político conservador John Stanley, revelou que desde 2012 o Reino Unido vendeu a Hong Kong lança-granadas, morteiros, espingardas, metralhadoras e silenciadores de armas.

Desde 2008, aprovaram-se licenças de venda de armas a Hong Kong por 17.400 milhões de dólares de Hong Kong (cerca de 1.700 milhões de euros), segundo dados oficiais do Governo britânico, o que levou o comité a pedir explicações ao ministro dos Negócios e da Inovação do Reino Unido, Vince Cable.