O Parlamento Europeu aprovou esta quarta-feira, por larga maioria, uma ajuda financeira adicional de 1.800 milhões de euros para a Ucrânia, atingida por uma recessão profunda e pelos efeitos do conflito com os separatistas russos no leste do país.

O novo programa de assistência macrofinanceira, que também já obteve luz verde do Conselho de Ministros da União Europeia (UE), destina-se a ajudar a Ucrânia a ultrapassar os desafios que o país enfrenta, como a fragilidade da balança de pagamentos e a situação orçamental.

Também se pretende dar um contributo para que o novo Governo reformista reforce o país e enfrente os desafios económicos e políticos.

Para o desembolso da ajuda, a Ucrânia terá de continuar a aplicar o atual programa do Fundo Monetário Internacional (FMI) e executar as políticas económicas e financeiras que a Comissão Europeia e o governo ucraniano estabeleceram no memorando de entendimento.

A ajuda pode ser aplicada durante 2015 e até ao início de 2016, tratando-se da terceira destinada à Ucrânia desde 2010.