O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o FBI admitiram, este domingo, que uma unidade forense cometeu erros em testemunhos em 257 casos, incluindo 32 que resultaram em sentenças de pena de morte.

Em comunicado enviado ao «Washington Post», o FBI e o Departamento de Justiça – do qual depende a agência federal – asseguram estar a rever a atuação dessa unidade forense entre a década de 1970 e o ano 2000, período em que foram identificados os erros.

Os casos com testemunhos duvidosos ou análises erróneas incluem os de 32 acusados que foram condenados à pena de morte, dos quais 14 foram executados ou morreram na prisão, segundo dados facultados ao mesmo jornal pela Associação Nacional de Advogados de Defesa Criminal (NACDL) e pelo Innocence Project, organizações que estão a ajudar no processo de revisão.