O ativista luso-angolano Luaty Beirão, detido desde junho em Luanda, e que hoje passa ao regime de prisão domiciliária, considera a nova medida de coação "um grande ganho" por poder ver a filha depois de seis meses.

O 'rapper' e ativista de direitos humanos luso-angolano integra um grupo de 17 arguidos acusados de atos preparatórios de rebelião e de atentado contra o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.

Em declarações à agência Lusa, Luaty Beirão referiu que é sempre melhor poder estar ao pé da família, sobretudo poder estar com a filha que não vê há seis meses.