O receio de um surto de ébola levou as autoridades do Mali a colocarem quase de 600 pessoas sob vigilância, numa altura em que o país luta para conter o vírus.

Os dirigentes do país reuniram-se na segunda-feira para discutirem o aumento das medidas de segurança nas fronteiras depois de terem sido confirmados dois casos de Ébola na vizinha Guiné-Conacri.

O Mali quer prevenir que casos isolados se transformem numa crise de grandes proporções depois da morte de um imã guineense e da enfermeira do Mali que o tratou na capital, Bamaco.