A redação do Charlie Hebdo transmitiu hoje a sua "consternação" e "revolta", pelos ataques de sexta-feira à noite, em Paris, e condenou a "violência terrorista" desses ataques, dez meses após atentado à redação do jornal satírico.

"Toda a equipa de Charlie Hebdo mostra a sua consternação e revolta" e "Charlie Hebdo associa-se à dor das vítimas e endereça-lhes o seu apoio, assim como aos seus familiares", lê-se no comunicado.

Doze pessoas, entre as quais cinco desenhadores (Charb, Cabu, Honoré, Tignous e Wolinski) foram mortos a 7 de janeiro deste ano, nos atentados a este jornal satírico francês perpetrados por dois irmãos 'jihadistas' franceses, que se reinvindavcam elementos da Al-Qaida da pensínsula arábica.

O jornal "condena, mais uma vez, esta violência terrorista ao serviço da ideologia totalitária islamita, que não tem outro objetivo que não seja o de destruir os valores da democracia e da República", acrescenta o comunicado do Charlie Hebdo, hoje divulgado.