Os Estados Unidos anunciaram esta quinta-feira que bombardearam três alvos em zonas do Iémen controladas pelos rebeldes 'huthis', após os ataques com misseis a barcos de guerra norte-americanos no domingo e na quarta-feira. Tal como no ataque anterior, ocorrido no domingo, o míssil foi disparado a partir de um território controlado pelas milícias 'huthis'.

Um navio de guerra dos EUA, o USS Mason, foi na quarta-feira visado novamente ao largo das costas do Iémen por um tiro de míssil, sem sucesso, três dias depois de um incidente similar, revelou no mesmo dia um dirigente norte-americano.

O navio utilizou contramedidas para anular o míssil, mas não está claro se foram estas que provocaram a queda do engenho no mar, especificou aquele dirigente.

No entanto, os rebeldes xiitas houthis do Iémen negaram terem disparado mísseis para atingir um navio de guerra norte-americano, como afirmam os Estados Unidos.

As afirmações norte-americanas "não têm fundamento", afirmou um responsável militar ligado ao campo dos rebeldes à agência governamental Saba, citada pela France Press.

O exército [aliado dos rebeldes] e os comités populares [milícias] não têm nada a ver com essa ação", acrescentou.