Um bombista suicida, disfarçado de mulher, fez-se explodir, no sábado, num mercado no centro de N'Djamena, capital do Chade, causando a morte de 17 pessoas, um atentado reivindicado pelo grupo radical Boko Haram.

Mesmo enfraquecido pelas operações de combate regionais, o grupo islâmico continua a ser uma ameaça para os países que fazem fronteira com o Chade e Nigéria, onde 13 pessoas foram mortas em dois ataques desde sexta-feira.

O Boko Haram reivindicou o atentado em N'Djamena e um dos ataques na Nigéria, informou o centro de monitorização de páginas islâmicas SITE, sedeado nos Estados Unidos.