Os Estados Unidos assinalaram os 15 anos dos atentados de 11 de Setembro com um momento de silêncio no local onde se situavam as Torres Gémeas em Nova Iorque, o ‘Ground Zero’, onde quase 3.000 pessoas morreram.

Os candidatos presidenciais Hillary Clinton e Donald Trump interromperam as suas campanhas eleitorais para participarem na cerimónia juntamente com a polícia e familiares das vítimas no memorial do 11 de Setembro.

Por sua vez, o presidente norte-americano afirmou, no decurso do 15.º aniversário do 11 de Setembro, que a diversidade é “uma das maiores forças” dos Estados Unidos e que o objetivo dos “terroristas” consiste em dividir o país.

A nossa diversidade não é uma fraqueza. Ainda é e vai permanecer sempre uma das nossas principais forças”, declarou Obama ao discursar no Pentágono, um dos alvos dos atentados do 11 de Setembro de 2001, que provocaram cerca de 3.000 mortos, a maioria em Manhattan, Nova Iorque.

A Al-Qaida e o grupo Estado Islâmico sabem que nunca poderão vencer uma nação tão forte como a América e, assim, tentam aterrorizar esperando que o medo nos coloque uns contra os outros”, prosseguiu.

Dossier: 11 de Setembro, o dia que ainda ninguém esqueceu

Os ataques da Al-Qaida mataram 2.753 pessoas em Nova Iorque, 184 no Pentágono em Washington e 40 no voo 93, que caiu num campo na Pensilvânia, depois de passageiros e tripulantes se terem voltado contra os sequestradores.