O Conselho de Segurança das Nações Unidas quer um processo eleitoral sem mais atrasos na Guiné-Bissau, de acordo com uma declaração emitida na segunda-feira.

No documento, aquele órgão «lamenta muito as repetidas interferências dos militares nos assuntos civis» na Guiné-Bissau e pede «respeito» pela ordem constitucional e processo eleitoral, sem mais adiamentos.

A declaração aprovada na segunda-feira subscreve os alertas já feitos no relatório do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, apresentado ao Conselho de Segurança há duas semanas, em Nova Iorque, pelo seu representante em Bissau, José Ramos-Horta.