"As mulheres e raparigas estão em risco e sob ataque em todos os aspetos da sua vida", afirmou Bangura, sublinhando que a ameaça da brutalidade as segue "a cada passo do caminho, no seio do conflito ativo, em áreas controladas por atores armados, em postos fronteiriços e de controlo e em instalações de detenção".