A família de um passageiro do avião da Malaysia Airlines desaparecido faz esta terça-feira dois anos apresentou uma ação judicial contra a Boeing, naquele que se acredita ser o primeiro processo nos EUA relativo ao caso a visar a empresa.

A ação foi interposta, na semana passada, em Chicago, onde fica a sede da Boeing, em nome de um passageiro do MH370 e cidadão norte-americano Philip Wood.

Na ação alega-se que o Boeing 777 operado pela Malaysia Airlines era defeituoso, pedindo-se que o tribunal determine uma indemnização, de acordo com uma cópia da queixa, citada hoje pela agência AFP.

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, declarou ter esperança de que serão encontrados no oceano Índico os restos do avião da transportadora Malaysia Airlines desaparecido há dois anos.

O desaparecimento do MH370 não tem precedentes e a sua busca tem sido um dos maiores desafios da história da aviação. Equipas de busca trabalham sem descanso numa das zonas mais inóspitas do mundo”

Completam-se esta terça-feira dois anos desde que o avião da Malasya Airlines desapareceu sem deixar rasto. As autoridades não sabem explicar o que aconteceu e o incidente continua a ser um dos maiores mistérios da aviação.

Foram semanas de buscas, mas nenhum sinal dos destroços ou dos passageiros.

Foi rastreada uma área de 120 mil quilómetros quadrados, estando ainda por analisar aproximadamente 30 mil São já as buscas mais caras da história da aviação.

Uma associação de familiares dos desaparecidos no voo MH370 pediram agora que fosse iniciada uma investigação na costa da África oriental, depois de terem sido encontrados, em Moçambique, destroços que podem ser do avião.

Mas dois anos depois, ainda há muito por explicar.