Na entrevista à Associated Press e ao Minneapolis Star Tribune, citada pela BBC, Palmer assegura que se soubesse que o leão em causa era Cecil, não o teria morto.  

 

“Se eu soubesse que o leão tinha nome e era tão importante para o país e para o estudo, não o teria, obviamente, caçado. Ninguém na nossa equipa sabia quem era o leão, antes ou depois da caçada”, assegurou.

O dentista diz que feriu o leão com uma seta, mas nega que o tenha perseguido durante mais de 40 horas até o matar. Refuta também a ideia veiculada pelas autoridades do Zimbabué de que o leão foi morto a tiro. Assegura que apenas foi usada uma seta.