O dentista norte-americano que matou o leão Cecil, despertando uma onda de indignação internacional, deve regressar ao trabalho esta semana. Na primeira entrevista desde o incidente em julho, Walter Palmer diz que desconhecia o significado do animal e alega que não fez nada de errado.
 
Na entrevista à Associated Press e ao Minneapolis Star Tribune, citada pela BBC, Palmer assegura que se soubesse que o leão em causa era Cecil, não o teria morto.  
 

“Se eu soubesse que o leão tinha nome e era tão importante para o país e para o estudo, não o teria, obviamente, caçado. Ninguém na nossa equipa sabia quem era o leão, antes ou depois da caçada”, assegurou.

 
O dentista diz que feriu o leão com uma seta, mas nega que o tenha perseguido durante mais de 40 horas até o matar. Refuta também a ideia veiculada pelas autoridades do Zimbabué de que o leão foi morto a tiro. Assegura que apenas foi usada uma seta.