O braço da al Qaeda no Iémen atacou esta terça-feira um posto fronteiriço com
A Arábia Saudita, matando pelo menos dois soldados e um oficial, segundo confirmação recolhida por fontes da Reuters.
 
As fontes revelam que o grupo islâmico também tomou o controlo da base de Manwakh, perto da capital iemenita, Sanaa.
 
A Arábia Saudita, que acolhe o presidente iemenita, lidera uma coligação árabe que há quase duas semanas faz ataques aéreos às posições rebeldes no Iémen.
 
Os sauditas tinham reforçado logo o controlo das fronteiras logo que os rebeldes avançaram para Aden, de onde o presidente iemenita Hadi saiu de barco em direção a Riade, mas excluiu, na altura, uma ofensiva terrestre.
 
Ainda não se sabe como é que Riade vai reagir a este ataque.
 
O Iémen vive uma situação «dramática». Os combates das últimas semanas no Iémen fizeram pelo menos 540 mortos e 1.700 feridos, segundo o balanço divulgado esta terça-feira pela Organização Mundial de Saúde. A população está sem água, sem comida e sem cuidados médicos, pelo que a Arábia Saudita assumiu o compromisso de um cessar-fogo que permitisse aos aviões da Cruz Vermelha aterrar na capital.