O Bairro Vermelho de Amesterdão vai revelar os segredos no primeiro museu da prostituição do mundo e que esta quinta-feira abre as portas para mostrar uma profissão legalizada na Holanda.

Situado no bairro turístico da cidade holandesa onde trabalham 900 prostitutas, muitas delas em montras de estabelecimentos comerciais, quer dar uma visão do mercado sexual, sem «romantismo», disse à agência EFE Ilonka Stakelborough, fundadora da «Fundação Geisha» que se ocupa dos direitos do setor.

O museu, que partiu de uma iniciativa privada, não esquece a denúncia do trabalho forçado por proxenetas e redes, sobretudo «provenientes dos Balcãs», acrescenta Stakelborough.