A Amnistia Internacional (AI) e os Repórteres Sem Fronteiras (RSF) manifestaram esta segunda-feira preocupação com as leis antiterroristas e as políticas de segurança adoptadas por vários países pelo ataque que representam às liberdades fundamentais, incluindo a liberdade de imprensa.

Num comunicado divulgado por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se celebra a 3 de maio, as duas organizações destacam o Egito, Turquia, México e Rússia como países onde aquela liberdade é cada vez mais restringida, e referem também França, pelas “leis repressivas“ aprovadas após os atentados de 2015.

“As repressivas campanhas nacionais de segurança lançadas ao longo de 2015 representaram um ataque aos direitos e liberdades fundamentais, entre os quais a liberdade de imprensa. Profissionais da comunicação e outras pessoas que expressam as suas ideias através dos meios de comunicação tradicionais ou digitais sofreram perseguições, ameaças, detenções, sequestros, tortura ou até assassínios”, afirmam as organizações num comunicado conjunto.