Folha de São Paulo

"Não se trata de uma transmutação genital. Apenas se reconhece que o menino tem um transtorno de identidade do género e que se apresenta perante o mundo como uma jovem", explicou o juiz Anderson Candiotto ao jornal brasileiro.

Segundo o magistrado, um dos maiores fundamentos do Estado é promover a cidadania e a dignidade e que as pessoas possam exercer o seu direito à felicidade.