Por: Patrícia Pires / e Sara Marques | 13- 3- 2010 11: 45
Paulo Rondão, de Vila Viçosa, considera que a sugestão de comprimir os trabalhos do Congresso Extraordinário do PSD apenas
num só dia, sábado dia 13 de Março, é «péssima». Sem candidato escolhido para votar no próximo dia 26 de Março, foi para isso
«que veio até Mafra». Com os seus três companheiros de viagem assume: «Estamos cá para escolher».
«As coisas precisam
todas de ser bem esclarecidas» o que «só com um dia» não irá acontecer, concluiu Paulo Rondão.
Manuel Marinho, mandatário
de Aguiar-Branco em Santo Tirso, preferia que «não houvesse congresso, mas havendo, um dia é pouco», afirma. Como disse Pedro
Santana Lopes, o congresso «não é para tomar chá». Ao seu lado, Manuel Mirra, também considera que a realização dos trabalhos
para um só dia vai «cortar a palavra aos militantes». O objectivo deveria ser «ouvir os militantes e não os candidatos».
Tanto
Manuel Marinho como Manuel Mirra sabem em quem vão votar e admitem que isso não vai mudar, aconteça o que acontecer no congresso.
E se aparecer mais algum candidato? «Já não é altura para mais candidatos», defendem.
Delmina Guerra Sousa veio de
mais perto, de Lisboa a Mafra não demorou uma hora. Apoiante de Pedro Passos Coelho assumida, discorda do seu candidato quanto
à decisão dos trabalhos se realizarem apenas 24 horas. «Limita o tempo para os militantes falarem e vão ser os habituais a
fazê-lo», lamenta.
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