"A proposta das instituições (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) ao governo grego era para legislar imediatamente sobre medidas profundamente recessivas (...) como condição para um financiamento de cinco meses, o que é de todo insuficiente", afirmou o governo grego numa nota.



"É evidente que a proposta das instituições, mesmo sem ter em conta as medidas recessivas e socialmente destrutivas que prevê, deixa um buraco financeiro significativo para o período de prolongamento por cinco meses (do programa de assistência) e ainda mais preocupante, levaria a uma nova negociação difícil, e um novo memorando (de austeridade) no fim do ano", afirmou fonte governamental grega, citada pela Lusa.