“Até ao final do mês de setembro, estamos a desenvolver um levantamento das instituições anfitriãs que assumem o compromisso de acolhimento e integração de uma família de refugiados”, disse Rui Marques, diretor da PAR.














“Creio que há um grande consenso entre todas as instituições da PAR que o modelo de acolhimento e de integração de base comunitária disperso pelo país é o mais eficaz face a modelos concentrados num grande centro de acolhimento de refugiados."