Gaburici reagiu à notificação afirmando: “O Ministério Público convocou-me para prestar declarações acerca do caso do diploma de habilitações escolares. Apresento a minha demissão. Não sou um político, sou um gestor".


No âmbito da investigação, o primeiro-ministro exigiu a demissão de diversos altos funcionários, acusando-os de obstrução na luta contra a corrupção e de privarem o governo de instrumentos para a combaterem. Exigiu também a renúncia de funcionários do ministério Público, do Banco Nacional e da Comissão Nacional do Mercado de Valores, acusando-os também de corrupção.  

"O país está corroído pela corrupção, o sistema financeiro desagrega-se, e esse preço é pago pelos cidadãos no lugar dos culpados", referiu.