Guevara é uma das mulheres que fazem parte do «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman) 1/21 Guevara é uma das mulheres que fazem parte do «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Antes da revolução, Guevara era diretora de uma escola secundária (REUTERS/ Muzaffar Salman) 2/21 Antes da revolução, Guevara era diretora de uma escola secundária (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Guevara é uma das principais atiradoras do seu batalhão (REUTERS/ Muzaffar Salman) 3/21 Guevara é uma das principais atiradoras do seu batalhão (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Guevara é fotografa em combate, em Alepo, uma cidade no norte da Síria (REUTERS/ Muzaffar Salman) 4/21 Guevara é fotografa em combate, em Alepo, uma cidade no norte da Síria (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Esta é uma das muitas mulheres que se juntou ao movimento «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman) 5/21 Esta é uma das muitas mulheres que se juntou ao movimento «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman)
A atiradora Guevara é da região Síria-Palestina (REUTERS/ Muzaffar Salman) 6/21 A atiradora Guevara é da região Síria-Palestina (REUTERS/ Muzaffar Salman)
O número de mortos na Guerra Civil da Síria já chega aos 70 mil, segundo a ONU  (REUTERS/ Muzaffar Salman) 7/21 O número de mortos na Guerra Civil da Síria já chega aos 70 mil, segundo a ONU (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Alepo é uma das cidades mais atingidas pelas situação na Síria (REUTERS/ Muzaffar Salman) 8/21 Alepo é uma das cidades mais atingidas pelas situação na Síria (REUTERS/ Muzaffar Salman)
A rebelde Guevara é motivada pela morte dos seus dois filhos, assassinados num ataque aéreo (REUTERS/ Muzaffar Salman) 9/21 A rebelde Guevara é motivada pela morte dos seus dois filhos, assassinados num ataque aéreo (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Um Jaafar, o marido Abu Jaafar e a filha Faten, em Alepo (REUTERS/ Muzaffar Salman) 10/21 Um Jaafar, o marido Abu Jaafar e a filha Faten, em Alepo (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Um Jaafar é outra guerreira no movimento «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman) 11/21 Um Jaafar é outra guerreira no movimento «Exército Livre da Síria» (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Antes de ser rebelde, Um Jaafar era cabeleireira (REUTERS/Muzaffar Salman) 12/21 Antes de ser rebelde, Um Jaafar era cabeleireira (REUTERS/Muzaffar Salman)
A antiga cabeleireira foi treinada pelo marido, comandante do batalhão Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman) 13/21 A antiga cabeleireira foi treinada pelo marido, comandante do batalhão Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Um Jaafar também é membro do batalhão Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman) 14/21 Um Jaafar também é membro do batalhão Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman)
A rebelde está na linha da frente do bairro Sheikh Saeed, em Alepo (REUTERS/ Muzaffar Salman) 15/21 A rebelde está na linha da frente do bairro Sheikh Saeed, em Alepo (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Grupos de mulheres estão a receber treino militar (REUTERS/ Muzaffar Salman) 16/21 Grupos de mulheres estão a receber treino militar (REUTERS/ Muzaffar Salman)
O grupo vai formar o Nazek Obeid, para participar nas batalhas da zona de Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman) 17/21 O grupo vai formar o Nazek Obeid, para participar nas batalhas da zona de Sawt al-Haq (REUTERS/ Muzaffar Salman)
O treino deste grupo também é feito em Aleppo (REUTERS/ Muzaffar Salman) 18/21 O treino deste grupo também é feito em Aleppo (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Um Jaafar também participa nos treinos militares do grupo Nazek Obeid (REUTERS/ Muzaffar Salman) 19/21 Um Jaafar também participa nos treinos militares do grupo Nazek Obeid (REUTERS/ Muzaffar Salman)
Um Jaafar uniu-se ao marido, Abu Jaafar, para lutar pelo mesmo movimento sírio (REUTERS/ Muzaffar Salman) 20/21 Um Jaafar uniu-se ao marido, Abu Jaafar, para lutar pelo mesmo movimento sírio (REUTERS/ Muzaffar Salman)
As rebeldes treinam e aprendem a mexer em armas de guerra (REUTERS/ Muzaffar Salman) 21/21 As rebeldes treinam e aprendem a mexer em armas de guerra (REUTERS/ Muzaffar Salman)
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Movimento feminino de rebeldes luta no Exército Livre da Síria

18 de Fevereiro de 2013 às 15:28
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Sampaio da Nóvoa: “Não podemos deixar que a esperança também emigre”

O candidato à Presidência da República reconheceu, em entrevista na TVI24, que a política de austeridade que Portugal atravessou “nos retira o futuro, porque nos retira as pessoas, a cultura, o conhecimento, a capacidade de inovação”. Sampaio da Nóvoa admitiu também que o seu “maior problema” não é a falta de notoriedade, mas sim “a confiança” que tem de “conquistar” aos portugueses