Por: tvi24 / CF | 1- 11- 2011 14: 54
Na segunda-feira foi dia de reunião da concertação social, mas, Governo, sindicatos e patrões não afinaram pelo mesmos
dispasão.
Desde logo porque a gestão da meia hora de trabalho extra, proposta pelo Governo durante o período de
vigência da ajuda financeira a Portugal, ou seja até 2013, será feita pelo empregador sem que seja necessário o acordo do
trabalhador.
Os sindicatos já disseram estar contra e as alternativas indicadas pelos patrões são ainda piores.
O
Governo, por seu turno, limitou-se a dizer que o Executivo está «sempre aberto a ouvir as propostas dos parceiros» no que
toca à redução do dia de férias.
O corte nos feriados também esteve em cima da mesa: dois civis e dois católicos.
É
neste cenário que um relatório da Organização Internacional do trabalho vê Portugal com «risco elevado» de tensões sociais.
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