
A fraude do BPN daria para pagar três anos de subsídios de férias e de Natal. A notícia é avançada este domingo pelo «Diário de Notícias».
O Estado português já gastou 3,55 mil milhões, mas o banco poderá vir a custar 8,3 mil milhões aos contribuintes.
Uma teia obscura de negócios que custou ao país o equivalente ao pago com subsídios até 2015, data em que o Governo anunciou a sua reposição gradual.
Agora, o Estado terá sempre de suportar os despojos do BPN, tendo para isso que formar as empresas veículos, criadas para absorver os ativos tóxicos do BPN para permitir o negócio da reprivatização.
Entre elas, o que mais assusta são os 3,9 mil milhões de euros que a Caixa Geral de Depósitos tem de exposição nessas empresas veículos.
O Banco Português de Negócios foi vendido ao BIC, banco de capitais angolano presidido em Portugal por Mira Amaral, por 40 milhões de euros.