Banca põe à venda 3500 casas penhoradas

Rede imobiliária congrega base de dados com imóveis executados pelos bancos, a preços mais vantajosos

Por: Redação / JF    |   19 de Abril de 2011 às 14:44
É uma base de dados com 3500 imóveis, executados pelas instituições bancárias, e que entram no mercado a preços mais favoráveis. A rede imobiliária REMAX assinou acordos com diversos bancos, com garantias de financiamento até 100%.

A imobiliária promete, em comunicado, que neste acordo com os bancos os spreads são também mais competitivos, mas que acima de tudo os imóveis estão em condições vantajosas para os potenciais compradores: os descontos vão depender do montante já liquidado ao banco aquando da execução, até 100% do valor do empréstimo, e incluem já a pré-avaliação do imóvel.

A REMAX assinou acordos com o Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Santander Totta, BES, Banif, Banco Popular e Montepio Geral para a venda destes imóveis penhorados pelos próprios bancos que se associam à imobiliária nesta iniciativa que a presidente-executiva da empresa chama de «solução anti-crise».

«Por um lado vem ajudar a banca a escoar os imóveis penhorados que prejudicam o balanço das instituições bancárias e ao mesmo tempo dá a oportunidade a novos interessados de acederem a um conjunto de imóveis com condições de venda mais competitivas, num momento em que o acesso ao crédito está mais condicionado», sublinha Beatriz Rubio.

No comunicado, a REMAX refere que esta bolsa de imóveis executados inclui apartamentos, moradias, terrenos e lojas em todo o país, e estão inseridos numa base de dados nacional, que apenas está disponível para consulta pelos profissionais da imobiliária.
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«Se Sócrates não fosse quem é, não estaria preso»

O advogado João Araújo, que representa o antigo primeiro-ministro José Sócrates, está convicto da inocência do cliente: «Acredito e declaro, com toda a certeza possível, que o senhor engenheiro José Sócrates não praticou aqueles crimes que lhe imputam». O causídico disse, no «Jornal das 8» da TVI, que o «processo tem uma face profundamente política». «O facto de ele ser quem é, influenciou a decisão do juiz», sublinhou