«Essa parceria estratégica tinha bases que tinham de ser respeitadas. Tinha contrapartidas de parte a parte. As empresas assinam os contratos para os cumprir».



«A PT via o Grupo Espírito Santo (GES) como uma unidade e não distinguia o grupo do banco. Na PT nós sempre trabalhamos no pressuposto de que estaríamos a lidar com a mesma entidade».


«Em qualquer momento, a PT teria feito qualquer investimento em detrimento dos seus próprios interesses».







«Em nenhum momento, independentemente dos acordos que existiam, a empresa faria um pior negócio se tivesse alternativas».