"O cliente tem direito a anular o negócio uma vez que comprou um produto que não corresponde ao que foi anunciado", salientou o secretário-geral da Deco, Jorge Morgado, ao Diário Económico. 

Para tal, deverá dirigir-se ao concessionário onde efetuou a compra e, em troca do seu veículo, será ressarcido com o valor comercial do mesmo", explicou ao mesmo jornal.

"Se a avaliação comercial ao carro for feita de forma justa, ou seja respeitando os valores de mercado, esta será também uma forma de limpar a imagem da marca ou marcas envolvidas nesta fraude", explicou. 

A associação já está a receber contactos dos proprietários destes carros a pedir esclarecimentos.