O presidente do Tribunal de Contas, Guilherme de Oliveira Martins, avisa que o ajustamento da economia portuguesa vai durar mais 20 anos. Guilherme de Oliveira Martins avisa já os principais partidos políticos que não têm outra hipótese senão encontrarem um acordo para o período pós-troika.

Quanto ao pós-troika, em entrevista ao «Dinheiro Vivo», Guilherme de Oliveira Martins entende que é cedo para dizer sim ou não a um programa cautelar.

O corte nas gorduras da administração publica é um trabalho ainda incompleto. Para o presidente do Tribunal de Contas, a inércia da máquina do Estado leva a que seja mais difícil preservar despesas essenciais do que cortar no desperdício.