Há quase 17 mil empregos por preencher, segundo um estudo divulgado pelo Ministério da Economia.

A maioria destas vagas é para funções que exigem baixas qualificações, como agentes de segurança e vendedores.

Além dos vendedores, que representam 20% do total dos empregos vagos, surge a construção (19%), a jardinagem (1%), os trabalhos com máquinas e de montagem (11%) e os não qualificados (11%).

As vagas para especialistas das atividades intelectuais e científicas, grupo altamente habilitado, ficam-se por 11% do total.

O estudo não abrange a economia toda, por exemplo a agricultura não entra, mas apurou 16.758 empregos não preenchidos em Portugal no primeiro trimestre, valor que ainda assim representa uma subida de 50% face ao mesmo período do ano passado.