«A troika sai mas os credores ficam». A frase é do presidente da Confederação Empresarial de Portugal. Esta noite, no programa «Política Mesmo», António Saraiva sublinhou a necessidade do Governo agir para fomentar o crescimento económico e ainda lembrou o atraso da reforma do Estado.

«Continuamos na expetativa quanto à reforma do Estado», considerou António Saraiva, numa entrevista onde explicou ao jornalista Paulo Magalhães as razões, contestadas dentro da organização empresarial, que o levaram à assinatura do manifesto dos 70. «Assinei manifesto dos 70 para a reestruturação da dívida como cidadão», declarou.