A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) «tomaram nota» da decisão do Governo de não solicitar uma extensão do programa, e encorajaram a prossecução das reformas, disponibilizando-se a «apoiar» Portugal nesse esforço.

Ministra esclarece: «Deixámos de ter condições para receber tranche»

Numa declaração conjunta divulgada pelas instituições que formam a troika, o executivo comunitário, o BCE e o FMI indicam ter tomado nota «da intenção do Governo português de esperar pelas decisões do Tribunal Constitucional ainda pendentes relativas a medidas orçamentais adotadas antes de dar uma resposta global», que sublinham ser necessária para Portugal honrar os compromissos assumidos.

«As decisões do Tribunal não são esperadas antes de o programa terminar nos finais de junho. Tomamos nota da decisão do Governo de não solicitar uma extensão do programa, deixando-o assim expirar sem completar a 12ª avaliação e sem receber o ultimo empréstimo que lhe está associado», apontam.