"Eles adoram Coimbra", diz à agência Lusa Kuniko, guia japonesa que já esteve em Portugal "mais de 15 vezes", sublinhando a "História em torno da Universidade".


"É enorme. É muito bonito", refere Teerachai, explicando que decidiu vir a Portugal por haver uma relação "histórica" entre os dois países e por conhecer a arquitetura portuguesa em Macau, querendo ver "o original".


"Já fui a Espanha e ouvi muito sobre Portugal e a sua cultura" e o facto de ter "estado por todo o mundo", durante os Descobrimentos, também reforça o interesse, aponta, salientando estar a adorar, não só os monumentos, mas também as pessoas: "vocês são tão simpáticos".


"A UC, com 725 anos, tem de facto um detalhe que é fantástico: há sempre uma história para contar para qualquer cultura que nos visite. A nossa ligação com a China é imensa, a nossa ligação com o Japão é imensa e conseguimos durante a visita fazê-la dirigida à cultura de quem nos visita, o que é representativo da diversidade" presente na própria instituição, realça.




"São particularmente bem-vindos. Vêm numa viagem bem programada, em grupos organizados, e têm normalmente um poder de compra acima da média", afirma o presidente da Turismo Centro, Pedro Machado, notando que o mercado asiático, enquanto consumidor, deverá crescer "acima dos 4%" ao ano, sendo necessário a região captar visitantes desse continente, articulando o turismo cultural de Coimbra ao religioso de Fátima.