As dormidas na hotelaria em Portugal aumentaram 9,9% em termos homólogos para 5,3 milhões em Setembro, desacelerando face ao mês anterior, «exclusivamente» devido a um menor aumento das dormidas de hóspedes nacionais.

O Instituto Nacional de Estatística frisou, contudo, que Brasil, Bélgica e França «registaram crescimento notáveis no número de dormidas», de, respetivamente, 18,3%, 16,1% e 8,6%.

O turismo tem sido uma dos pilares da economia na batalha para recuperar da austera recessão que Portugal enfrentou sob o resgate internacional e que deprimiu a procura interna.

As dormidas do mercado interno aumentaram 10,5% em Setembro, bem menos que a expansão de 16,1% de Agosto.
As dormidas de residentes em Portugal fixaram-se nos 1,46 milhões e as de estrangeiros nos 3,8 milhões.

A estadia média recuou 0,6% para 3,02 noites em Setembro, mas a taxa de ocupação aumentou 3 pontos percentuais para 57,3%. A taxa líquida de ocupação-cama, corresponde à relação entre o número de dormidas e o número de camas disponíveis.

Os proveitos totais aumentaram 13,3% para 261 milhões de euros e os de aposento 14,1% para 185,7 milhões de euros.

Os proveitos de aposento referem-se apenas aos valores resultantes das dormidas, enquanto os totais incluem também encaixes com restauração e outros decorrentes da atividade, como cedência de espaços, lavandaria e comunicações.
O rendimento por quarto disponível aumentou 9,5% em termos homólogos para 45,1 euros.