“O Brasil é um país estratégico na política turística portuguesa. É um país que evidenciou um crescimento muito grande nos últimos anos, tendo passado de sexto país mercado emissor para terceiro”, afirmou à  Lusa o secretário-geral da AETUR, Alberto Tapada.






“Sem dúvida que é já um grande crescimento, mas podemos considerar que, à escala do mercado brasileiro, ainda representa uma fatia muito reduzida do mercado e há, por isso, uma grande margem de progressão”, afirmou Alberto Tapada.



“Esta ação no Rio de Janeiro insere-se dentro dessa estratégia combinada e múltipla de evidenciar o Douro através daquilo que nós consideramos que são as suas componentes principais”, salientou.






“Sente-se que o turismo brasileiro vem a crescer todos os anos. Cada vez são mais e representam um turismo de qualidade. São curiosos, querem conhecer o vinho e a região e têm um grande poder de compra”, salientou o diretor desta unidade museológica, Fernando Seara.




“Vão à procura do património, dos vinhos e são pessoas que se aproximam muito de quem vive no Douro. Um turismo que fala, que se envolve, que procura os sítios típicos, que vai às tasquinhas almoçar, que gosta das aldeias e que se envolve com a realidade da região ”, sustentou.