O Governo comprometeu-se a apresentar à troika cortes permanentes de cerca de 2 mil milhões de euros para poder concluir a 11ª avaliação, revela o Diário Económico.

As medidas que a ministra das Finanças disse ter de apresentar são as alterações na tabela remuneratória da Função Pública e os cortes nos suplementos remuneratórios, que servem para substituir os cortes salariais transitórios que estão em vigor desde 2011.

Os cortes salariais atuais somam cerca de 1.600 milhões de euros, mas o objetivo é que as alterações estiquem ao máximo os cortes permanentes, de forma a compensar outras medidas temporárias.

Na 10ª avaliação, a troika deixou claro que seria necessário um esforço de consolidação na ordem de 1,5% do PIB em 2015, para atingir a meta acordada.