O Governo de Passos Coelho mostrou dados que apontam para um corte salarial de 27% no privado, mas o FMI considera que, mesmo assim, ainda são necessárias mais reduções.

A instituição liderada por Christine Lagarde insiste nas reduções salariais no nosso país, mesmo sabendo de que já houve um corte de 27% nos salários dos trabalhadores por conta de outrem no privado, avança esta quinta-feira o «Diário Económico».

De acordo com o jornal, o FMI exige uma nova diminuição do salário mínimo já em setembro - por altura da 8ª e 9ª avaliações ao programa de ajustamento - e insiste em mais medidas para aumentar a flexibilidade do mercado de trabalho nacional.

O Fundo volta assim à carga com um conjunto de medidas de redução dos salários e de aumento da flexibilidade laboral, que têm gerado tensão.