Os processos contra o Novo Banco já ultrapassam os 1.500 milhões de euros, escreve o jornal i. Só as duas empresas de Américo Amorim (179,4 milhões), a Oak Finance (706 milhões), os Petróleos da Venezuela (81 milhões) e os 2.500 clientes lesados do BES (527 milhões) já estão a reclamar ao banco, mas a soma não fica por aqui.

Também as providências cautelares somam e seguem nos tribunais. Algumas pedem o arresto dos bens do banco de transição, mas também a anulação da medida de resolução e a passagem de todos os ativos para o antigo banco liderado por Ricardo Salgado.

Os escritórios de advogados que estão a defender o Banco de Portugal, o fundo de Resolução e o Novo Banco não têm mãos a medir para responder às centenas de processos que entram diariamente nos tribunais.

Vieira de Almeida, Linklaters, PLMJ, Proença de Carvalho, Morais Leitão e Garrigues são alguns exemplos.