O Executivo está a refazer as contas do crescimento do Produto Interno Bruto e da taxa de desemprego, que deverá ficar dois pontos abaixo dos 17,7%, a perspetiva traçada no Orçamento do Estado, segundo as contas do Diário Económico.

O Governo espera que o mercado de trabalho regresse a valores de 2012, quando a taxa de desemprego se situava nos 15,7%.

Também o crescimento do PIB poderá ser revisto de 0,8% para um número mais alto.

Nas Finanças, os riscos são bem conhecidos: o programa pós-troika é tão mais exigente que o programa de ajustamento, já que continuam a existir metas do défice e de dívida exigentes. Daí que o otimismo que se vive com a melhoria dos indicadores ainda não tenha reflexos nas previsões de 2014.