O Instituto de Mobilidade e dos Transportes está a notificar pelo menos 300 trabalhadores e ex-funcionários, exigindo-lhes que devolvam uma parte do salário relativa a um suplemento remuneratório que diz ter sido pago ilegalmente nos últimos 6 anos, uma reposição que, no total, ascenderá a 2,8 milhões de euros.

O pedido de devolução decorre de uma auditoria levada a cabo pela Inspeção Geral das Finanças em 2011.

O suplemento era pago desde 1987 e pretendia compensar os funcionários que realizavam tarefas de fiscalização, como exames e inspeções, equiparando-os a agentes da autoridade pública.

Mas em novembro de 2007, com a transição dos funcionários para o IMTT, o suplemento passou a abarcar todos os trabalhadores da antiga direção geral que entraram naquele organismo.