O número de 'baixas' por doença aumentou quase 17% em julho face ao mesmo mês do ano passado, ou seja, registaram-se mais 20.002 subsídios do que há um ano, revelam as estatísticas mensais da Segurança Social.

Os dados oficiais divulgados na segunda-feira mostram que em julho foram atribuídos 138.176 subsídios por doença, um aumento de 16,9% em termos homólogos.

Do total de subsídios por doença, 82.893 foram atribuídos a mulheres e 55.283 a homens, representando respetivamente 60% e 40% dos beneficiários.

Face a junho de 2018, registou-se um aumento de 9,2% no total de beneficiários do subsídio por doença, sendo de 8,6% nas mulheres e de 10,1% nos homens.

Quanto aos beneficiários de prestações de desemprego, o número foi de 168.291 em julho, uma redução de 11% comparando com o mesmo mês do ano passado, ou seja, menos 20.778 subsídios. Porém, registou-se uma subida de 0,4% face a junho.

O subsídio de desemprego foi atribuído a 135.396 pessoas em julho, menos 15.606 que em igual período de 2017, mas relativamente a junho de 2018, verificou-se uma subida de 0,8%.

O número de beneficiários do subsídio social de desemprego inicial foi de 6.248 e o subsequente chegou a 22.149 pessoas, ambos com descidas homólogas e em cadeia.

A medida extraordinária de apoio aos desempregados de longa duração abrangeu 5.387 pessoas em julho, um acréscimo de 1,1% face ao mês anterior (mais 58 indivíduos) e, comparando com julho de 2017, a medida integrou mais 2.238 desempregados.

O valor médio do subsídio em julho foi de 486,67 euros, mais 25,32 euros do que no mesmo mês do ano passado.