"São lamentáveis as afirmações da Administração da TAP e os pedidos de humildade do Governo", diz o sindicato num comunicado.








"Perante um acordo como este, é inaceitável que o Governo o ignore", diz o sindicato, acrescentando que "não está em causa a retroatividade das diuturnidades" mas sim "a perpetuação da austeridade na esfera privada para financiar os lucros dos futuros investidores através do prejuízo dos trabalhadores".


"O que está em causa é a quebra sistemática dos compromissos assumidos no passado pelo Governo e pela TAP", diz o SPAC no comunicado.


"Este facto demonstra que o pagamento destes valores, reclamado pelo SPAC, é afinal legítimo e em nada contraria a lei, como tem sido declarado pela Administração", considera.




"Esperamos portanto que estas greves, que terão sempre um impacto negativo, não tenham um impacto tão negativo que ponham em causa estes processos, porque isso seria a pior forma de ter o resultado mais indesejado de todos, que era o de nem se conseguir fazer a privatização da TAP nem se poder defender o emprego na TAP e a sua função tão importante para a economia nacional", concluiu Passos Coelho.