privatização da TAP

“O sindicato tem uma posição contrária a este processo de privatização. Tem-na desde o início e não a vai alterar. No entanto, a posição do sindicato é uma posição acima de tudo de defesa dos seus associados e dos trabalhadores que representa”, referiu.


“Tanto quanto conseguimos saber oficialmente, não houve assinatura nenhuma. Ouvimos que terá sido assinado ontem [quinta-feira] à noite. Por outro lado, temos uma resolução do conselho de ministros que não foi publicada em Diário da República”, declarou.


“Mas será mesmo que a situação é tão grave na TAP neste momento que não podiam aguardar, e, a ser verdade, é fruto de uma má gestão ou de uma gestão propositada que levou a empresa a estar nesta situação”, questionou, em declarações à Lusa.


“Dizia-se que a TAP não ia sobreviver, mas na realidade sobreviveu e continuou bem”, vincou.

“A posição do sindicato é a de olhar para a TAP como uma parceira para atingir objetivos que sejam benéficos para ambas as partes. Não interessa se o dono da TAP é o Estado ou é privado. Não muda em nada a defesa pelos trabalhadores”, reforçou.