"Vamos lutar contra a privatização, vamos exigir a nacionalização e a reabertura das estações de serviços fechadas porque fazem falta", declarou Vítor Narciso.


"Preocupa-nos a qualidade do serviço, está em causa o brio dos carteiros. Há funcionários a trabalhar mais três e quatro horas para além do horário sem que lhes paguem nada. Os trabalhadores estão exaustos e é a população que sai prejudicada", explicou o dirigente da Comissão de Trabalhadores dos CTT João Carvalho.

"As chefias pressionam os trabalhadores a fazerem mais horas e se não fizerem o serviço não são avaliados, não recebem prémios, alteram-lhes os giros. A pressão é tanta que as pessoas chegaram ao limite", denunciou.