Afinal pode estar por encerrar a polémica instalada sobre a redução dos salários no setor privado, medida defendida pela troika.

Apesar de os parceiros sociais e inclusivamente o governo estarem contra a ideia, o relatório da 10ª avaliação da troika, divulgado esta segunda-feira, pede que haja mais flexibilidade no mercado de trabalho.

Os credores internacionais defendem, assim, que o ajustamento da economia deve assentar num «aumento da flexibilidade nos mercados dos produtos e do trabalho», uma expressão que pode traduzir-se numa nova pressão da troika para baixar o rendimento salarial no setor privado.