Numa carta dirigida aos trabalhadores, a que a Lusa teve acesso, o responsável da MSC Portugal, Carlos Vasconcelos, explicou que “a empresa entende que essa situação deve ser reposta com efeitos a 1 de janeiro, ou seja, os referidos cortes cessam a 1 de janeiro”.

Assim, explica, “o vencimento do mês de janeiro não terá quaisquer cortes salariais”, que subsistem nas empresas públicas, como era o caso da CP Carga, que integrava o grupo CP – Comboios de Portugal.