«É totalmente falso o meu poder absoluto no banco. É verdade que tinha uma grande visibilidade como presidente executivo do BES e que o BES assumiu a liderança do setor bancário privado português. Talvez por isso tenha acabado por pagar a importância que me foi atribuída, indevida e que nunca procurei».





«Por ter menos pelouros do que pelo menos metade da comissão executiva, isso não quer dizer que eu trabalhasse pouco».



«Certamente perceberam pelas gravações que eu não tinha o poder que muitos dizem e procuram atirar responsabilidades para cima de mim».



«As pessoas agora descartam responsabilidades. Isso é humano, mas eu tenho de dar a minha explicação e a minha verdade. Eu não podia exercer o poder financeiro ao nível do GES».