Os trabalhadores da Petrogal, do grupo Galp Energia, decidiram suspender a greve desta terça-feira na refinaria de Sines por considerarem que os serviços mínimos, decididos pelo Governo, eram “abusivos” e inviabilizavam o efeito do protesto.

“O Governo vem em socorro da administração da Petrogal, concedendo a esta aquilo que os tribunais disseram não ser possível conceder, porque viola a lei e a Constituição”, adianta a Federação das Indústrias Metalúrgicas e da Energia (Fiequimetal).


Em declarações à Lusa, o coordenador Rogério Silva adiantou que os serviços mínimos decididos, por despacho, pelo Governo “eram quase máximos”, considerando-os “abusivos”.